ESTUDO COMPARATIVO DE POTÊNCIAS DE USINAGEM NO PROCESSO DE TORNEAMENTO COM E SEM FLUÍDO DE CORTE

Andrew Charoy Files, Alex Sandro Roig Souza Filho, Gabriel Ferreira Barroso, Rodrigo Jorge Macedo, Leonardo Elesbão Cunha, Vinícius Amaro Silveira Arpino

Resumo


No presente trabalho, é apresentada uma avaliação entre o método experimental e
analítico, para determinar a influência do fluido de corte nas potências de usinagem envolvidas no
processo de torneamento. Para tanto, foi feita primeiramente a usinagem a seco de um tarugo com
50mm de diâmetro e 100mm de comprimento, posteriormente foi adotado o mesmo procedimento
porém desta vez com a utilização de fluido de corte, tornando-se assim possível a comparação entre
os dois métodos supracitados. Como matéria prima foram utilizados dois tarugos sendo ambos
aço SAE 1020, usinados a partir de uma ferramenta de corte especificada como pastilha de metal
duro intercambiável com ângulo de posição de 90 ◦ . Os seguintes parâmetros foram adotados na
máquina operatriz: penetração de 1mm, rotação de 500 RPM, e fluido de corte emulsionável com
uma relação de volume de 1/10. Foi verificado que não se faz necessário a utilização de fluido de
corte em situações onde há baixa exigência no que diz respeito a acabamento, como no caso de
fabricação de peças aleatórias. Sua utilização é justificada em circunstâncias como produção em
série, visto que o tempo ocioso da máquina operatriz é reduzido em função de uma menor troca de
arestas de corte da ferramenta.


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DOI: http://dx.doi.org/10.21575/25254782rmetg2019vol4n6723

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Revista Mundi Engenharia, Tecnologia e Gestão ISSN 2525-4782

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