MEDICINA MODERNA COMO TECNOLOGIA: O processo de institucionalização das práticas de cura no Brasil do século XIX.

Juliana Fonseca da Silva Linhares Bueno, Marcos Vinicius Pansardi, Mateus das Neves Gomes

Resumo


O presente artigo visa discutir o desenvolvimento da Medicina Moderna no Brasil do século XIX e os processos institucionalização e monopolização das práticas de cura. O alicerce utilizado para a construção do mesmo está vinculado na percepção crítica da tecnologia, baseada nos pensadores da Escola de Frankfurt e a partir da Ciência, Tecnologia e Sociedade, ou seja, tratar a medicina como uma tecnologia imbricada em diversos fatores ideológicos e sociais relacionadas à expansão do capitalismo. A base metodológica são os conceitos de simetria e imparcialidade do Programa Forte do Conhecimento, que estuda a sociedade sob os mesmos aspectos, sem privilegiar ou desfavorecer o objeto analisado. A história social, por sua vez, procura entender os fatos históricos a partir de uma visão diferenciada, dando voz à classe marginalizada, construindo, assim, uma narrativa que busca analisar os diversos contextos relacionados a uma temática específica.

Palavras-chave


Medicina Moderna; Práticas de Cura; CTS; História Social.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21575/25254774rmsh2018vol3n1496

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Direitos autorais 2018 Juliana Fonseca da Silva Linhares Bueno

Revista Mundi Sociais e Humanidades ISSN 2525-4774

Qualis: B2 - Ensino, B4 - Interdisciplinar, B4 - Psicologia

 

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